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Rodolpho Machado é um fotógrafo global. Não apenas pelas inúmeras viagens que fez cobrindo eventos e acontecimentos em várias partes do mundo, mas também pela experiência que adquiriu ao longo dos anos de vivência na redação de jornais e revista onde trabalhou, passando por todos os setores. Integrante de uma geração de grandes craques da fotografia nacional, um time que diariamente brindava os seus leitores com flagrantes espetaculares que não apenas ilustrava o fato, mas que levava para as páginas fotos de rara beleza e expressividade, mesmo quando a notícia, pela sua dureza trágica, parecia não permitir. Mesmo desencorajado pelo pai que, durante toda a vida trabalhou como fotógrafo no Diário da Noite e conhecia profundamente as dificuldades e a dureza da profissão, por isso queria que o filho seguisse outra profissão, Rodolpho insistiu e, ainda garoto, começou sua carreira em 1959, na Ultima Hora, de Samuel Wainer, então no apogeu de sua tumultuada existência. Não se lembra da primeira cobertura que fez, mas ficou na Ultima Hora por quase 10 anos. Depois trabalhou no Jornal do Brasil, O Globo e na Revista Placar, da Editora Abril. Conhece todo o Brasil e, por esses veículos, viajou por todo o mundo, cobriu três Copas (70/78/82), a Olimpíada de Montreal em 1976 e dezenas de acontecimentos internacionais. Só ao México foi oito vezes. Nos seus longos anos de atuação no jornalismo diário, conquistou vários prêmios, inclusive um internacional: foi o segundo colocado num concurso promovido pela Nykon, em Tóquio, com uma foto feita no Ceará, mostrando uma senhora num casebre. Fez também uma exposição no Theatro Municipal sobre Dom Quixote, que foi muito visitada e recebeu vários elogios da crítica. No próximo ano pretende realizar uma nova exposição, dessa vez sobre o mistério das nuvens. Desde que deixou o trabalho diário nas redações, Rodolpho Machado partiu para realizar uma série de projetos na área da fotografia, muitos deles idealizados há mais de 20 anos. Fez diversos trabalhos para roteiros turísticos, publicidade e para diversas empresas e assessorias de imprensa. Mas um de seus mais apaixonantes projetos, guardado com especial carinho na gaveta e no coração, a que vem se dedicando integralmente desde 1999, é o de transformar em cartões-postais as belezas do Rio de Janeiro. Segundo ele, é um dos trabalhos mais prazerosos que já realizou. “Afinal – diz – esta cidade é bonita demais e nos proporciona, diariamente, um grande espetáculo da natureza, que a cada dia se apresenta de maneira diferente. E para quem nasceu aqui, ama a sua cidade e é apaixonado pela natureza fica muito mais fácil fotografar as suas belezas, que encantam turistas e profissionais de todo o mundo, principalmente os que vêm aqui pela primeira vez e voltam embevecidos com a sua plástica e luminosidade”.Entusiasmado, afirma: “pode parecer um clichê o que vou dizer, mas já viajei por quase todo o mundo e nunca vi nada mais bonito que o Rio. Não existe imagem mais linda do que o entardecer visto do Pão de Açúcar. É exuberante e inigualável”.

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